Eu prometi a mim e a outra pessoa que não postaria mais neste blog, mas as forças não me couberam mais diante da situação e dos problemas. Eu diria que não estamos tratando exatamente de problemas e sim de uma "coisa" que eu mesma criei, construi barreiras paraque tudo isso acontecesse e estou aqui tentando escrever de uma visão sética o que estou passando, porque já não aguento mais sustentar tanta dor dentro do meu coração.
Dessa vez não é uma depressão, dessa vez é uma perda. Talvez a maior perda que já tive, mesmo depois da minha infância conturbada e altos e baixos cheios de problemas familiares. Estou aqui para falar de uma perda que realmente me enxe os olhos de lágrimas todas as vezes que penso nela e que me faz sentir um buraco fundo e sem fundo dentro de mim.
Foi a perda de um grande amor, não serei hipocrita em citar este como o maior de todos, porque não sei meu futuro e não tenho mais um caminho correto para traçar, minhas rotas foram todas subjulgadas a uma única e agora estou num caminho revolto e sem muitas escolhas, minha única escolha é seguir em frente. - E estou tentando e conseguindo de uma certa forma, não dá que gostaria, mas ainda assim conseguindo;
Retornemos ao dito "amor", o perdi a cerca de 4 meses quando achava que tudo ia as maravilhas no meu universo e só conseguia enxergar o que meus olhos queriam ver diante da neblina sólida e espessa, então ele veio e me disse que não estava nada bem e que as maravilhas só estavam lá para mim e ele não sentia o mesmo mais e não conseguia mais ver o que eu via, na verdade nem eu mesma conseguia mais ver tudo aquela maravilha, eu me escondia atrás dela porque era muito melhor do que encarar os fatos, encarar que estavamos em uma situação que provavelmente em um momento se tornararia incontornável e foi o que aconteceu ela se tornou. Eu nunca aceitei ser subjulgada e respeitar padrões a serem seguidos, sempre criei minha própria forma de viver e mais uma vez ela me atrapalhou, porque eu não posso subjulgar as outras pessoas à minha forma de viver e sei disso, mas memso assim eu o fiz- eu não aceitava que o contrario ocorresse, mas se fosse eu quem fazia o outro se contorser não tinha havia problema algum, e exatamente por isso que perdi o que mais AMAVA em muito TEMPO: Bernardo, o homem ao qual eu devo muitos favores e muito por ter tido um época feliz em minha vida. Ele me tirou do buraco diversas vezes e o agredeço plenamente por ter o feito. Me ouviu quando nem mesmo eu ouvia o que dizia e me fez sentir realmente única em meio a multidão. Eu gostaria de ter dado mais valor ao que ele sentia por mim, o valor que dei não foi o suficiente dentre os que ele me dava. Eu sei, Bernardo, que no final das contas para você pareceu que todo o esforço era apenas seu e que para mim tanto fazia, mas não era isso, eu só não sabia como agir e esperava que alguém me dissesse - e simplesmente você se cansou de dizer, até mesmo eu me cansaria depois de tantos erros que eu cometi. Sei que minhas desculpas e minhas lamentações não faram muita diferença na altura do campeonato. Mas me desculpe. Eu sei que nossas vidas vão traças coisas diferentes, mas me arrependo de tanta coisa que fiz, durante e depois do nosso relacionamento. Eu não quero retornar no passado e viver o que aconteceu e nem quero consertar o futuro em uma esperança tola de que tudo dê certo, porque sei que não dará, eu sei que errarei de novo e de novo e não será o suficiente para uma pessoa que está ferida com aquilo, qualquer um no seu lugar esperaria o erro e se decepcionaria imensamente quando ele ocorresse, entendo isso perfeitamente e por isso eu não tenho pretenção alguma de algum dia retomar esse relacionamento - lógico que o futuro a Deus pertence, mas por mim mesmo não pretendo o fazer porque o medo de me decepcionar e de decepcioná-lo é o maior de TODOS. Quero preservar o amor que sinto por você intacto da forma que eu achava que ele era, mesmo com toda a ingenuidade que havia nele e toda a inresponsabilidade dos dois lados, mesmo assim ainda quero mantê-lo em mim, mas é dificil refazer os passos porque cada coisas simples que passei com você sempre é relembrada no meu íntimo me rasgando de dor, nem que seja uma faísca ou uma passagem rápida do que passei contigo, isso doí mais do que eu imaginava que doeria e é a pior das coisas que eu posso esperar de todas essa história. Mas o que mais me doí realmente e saber que não teria mais você ao meu lado quando necessitar e quando chorar não haverá mais seu ombro e suas mãos para afastarem as lágrimas, me sinto solitária no final de tudo e isso é triste.
A amizade que mais presei no mundo foi despedaçada por minhas atitudes, mais uma vez. Não me importa quem disser que eu tenho que me afastar de você para te esquecer, me afastei e de qualquer forma não me esqueço, ainda me lembro como se fosse ontem cada momento que passei junto a você e não é porque não amo o meu namorado atual e sim porque você me marcou, não é porque vai deixar de ser eterno porque não durou, é exatamente o contrario será eterno enquando o sentimento se mover dentro de mim e isso não acabará nunca porque eu não quero jogar fora as lembranças que mais me fizeram feliz em anos, em décadas, porque acham que eu as devo fazer. Mesmo que eu não possa estar junto com você, Bernardo, você sempre será o HOMEM que mudou a minha vida, não porque me deixou ou pelo sofrimento que me causou e sim pela paz que me trouxe durante exatos 1277 dias em minha vida.
OBRIGADA POR TER SIDO UM MARCO EM MIM.
Quero que você seja eterno em minha mente mesmo que seja dolorido, porque é uma dor que vale a pena sentir cada vez que toco a ferida.
Não quero perder sua amizade, nunca, mesmo que eu tenha que ir contra tudo e todos. Mas isso só pode acontecer se você aceitar.
Jaz aqui as palavras que atolam meu coração
segunda-feira, 30 de maio de 2011
segunda-feira, 22 de março de 2010
Mergulhando em infelicidade.
Tirando o caso caótico de convivência, a única coisa me alimento hoje é o amor, que sinto por um homem. Sim, aquele sentimentozinho desprezível ao qual falei ontem, ele tem seus pros e contras e isso é um deles. Ama-lo me dá forças de ir além de qualquer outra dor que eu sinta, mas mesmo assim ainda não alivia todas as outras dores, não há como ignorá-las, elas são fortes demais e certeiras demais, todas com alvo em meu coração.
Tudo o que me cerca me incomoda, me faz sangrar. Sangrar muito, muitíssimo, além da conta. Não me sinto envolvida com a nada o suficiente para poder distrair minha mente de tudo o que me implica infelicidade e daí vem a agonia e a dor infinita que me mata por dentro e me faz sentir mais morta a cada dia. Dia-a-dia tudo o que tenho é um livro, um laptop, uma lista cheia de amigos que tem muito mais problemas do que eu e que não quero incomodá-los, e aí me sinto mais desagradável e problemática, mesmo sabendo que uma infinidade deles me ama e que fariam qualquer coisa por mim, nenhum deles realmente me entenderia se eu contasse minhas ideais suicidas de deixar o mundo. Eu virei um verme, talvez pior uma bactéria que se armazena em um individuo vivo para poder sugá-lo e tirar alguma coisa, alguma vida que possa ser sua, pelo menos por instantes. O meu individuo vivo tem nome e sobrenome, se chama Bernardo Herdy, ele me alimenta com felicidade diária e se não fosse por ele metade das minhas ideias suicidas seriam efetuadas. O agradeço imensamente por fazer de mim um resquício de pessoa e tentar o mínimo que seja me fazer um pouco mais feliz, mesmo que o entristeça ler essas palavras, o amo demais e sem ele(você) eu não seria nada, não teria força nenhuma para viver. Ele(você) sem dúvida é meu mundo e minha vida. Eu o(te) amo muito e desculpe por não conseguir esquecer os 90% de tudo o que me faz infelizmente, mas mesmo que sejam só 10% o que me traz alegria eu nunca esqueceria a importância que esses dez por certo tem para mim e a importância extrema que você, acima, de tudo tem para mim.
Palavras mortas por Juliana Preuss
domingo, 21 de março de 2010
Amor ou indolor?
Por quanto tempo as coisas são realmente boas para gente?
Por quanto tempo o mundo gira de uma maneira única em torno de alguém que achamos que amamos?
Não sei. O amor é imperfeito. Acho que é o sentimento mais despresível e inverso que existe, é uma combinação letal de felicidade e bomba a qualquer hora, pavor e desespero sem limite.
Será que amar é uma solução boa ou caótica?
O amor é uma forma de expressão completamente estranha que nos alimenta, mas ao mesmo tempo nos devora, nos deixa incoscientes e imprecisos.
Eu gosto de precisão na minha vida. Detesto perder o controle de qualquer coisa, inclusível deste indiscreto sentimento, o amor.
Eu posso dizer que amo de várias maneiras, mas que, neste momento, detesto todas elas. O amor é uma passagem para uma dor crucial e desvanescida de imagens insensatas e exclusas do que quero neste momento e então o amor me faz sofrer. Me deixa em estado de espirito down.
Eu simplesmente gostaria de esquecer que esse sentimentozinho é importante para mim e que tudo o que vem com ele também.
Hoje me sinto completamente inamada. Como se ninguém me quisesse, como se eu não existisse. Me sinto traída e muito, muito triste, na verdade incrivelmente triste, pois a pessoa que achava que mais me amaria, já vejo que não me ama tanto assim.
Eu acho que para amar temos que nos entregar por completo e por uma extensão indeterminada do que somos, de várias maneiras, arriscando nossas vidas de todas as maneiras, e isso faz de mim muito frágil, muitíssimo! Pois para mim não adianta de nada cair de cabeça num copo d'água achando que é o oceano. Eu gosto de me sentir envolvida, mas detesto me sentir enganada com algo que apostei todas as fichas, quebrei a banca, contei as cartas. Me sinto idiota, não tem palavra melhor para expressar isso, nem para expor o que sou neste minuto, em que escrevo pensamento envoltos de mágoas e agonias, IDIOTA.
É horrível me sentir sozinha. Sozinha num mundo imenso e que ninguém mais quer que eu seja parte dele, ou que pelo menos a minha presença ou não simplesmente não faria diferença.
ARG .... :@ Detesto o amor. Me sinto como Isabella Swan, o amor é a única coisa que nós faz mal e bem ao mesmo tempo. Amar é uma droga, uma heroína das piores.
Amar família, amigos e namorado... será que compensa? - Não sei, se soubesse não escreveria tudo isso, apenas viveria com meus pensamentos sem dificuldade e sem me sentir deprimida pelas pessoas que me amem ou não me fizerem felizes ou não, mas infelizmente é exatamente o contrario.
Palavras mortas por Juliana Preuss
Por quanto tempo o mundo gira de uma maneira única em torno de alguém que achamos que amamos?
Não sei. O amor é imperfeito. Acho que é o sentimento mais despresível e inverso que existe, é uma combinação letal de felicidade e bomba a qualquer hora, pavor e desespero sem limite.
Será que amar é uma solução boa ou caótica?
O amor é uma forma de expressão completamente estranha que nos alimenta, mas ao mesmo tempo nos devora, nos deixa incoscientes e imprecisos.
Eu gosto de precisão na minha vida. Detesto perder o controle de qualquer coisa, inclusível deste indiscreto sentimento, o amor.
Eu posso dizer que amo de várias maneiras, mas que, neste momento, detesto todas elas. O amor é uma passagem para uma dor crucial e desvanescida de imagens insensatas e exclusas do que quero neste momento e então o amor me faz sofrer. Me deixa em estado de espirito down.
Eu simplesmente gostaria de esquecer que esse sentimentozinho é importante para mim e que tudo o que vem com ele também.
Hoje me sinto completamente inamada. Como se ninguém me quisesse, como se eu não existisse. Me sinto traída e muito, muito triste, na verdade incrivelmente triste, pois a pessoa que achava que mais me amaria, já vejo que não me ama tanto assim.
Eu acho que para amar temos que nos entregar por completo e por uma extensão indeterminada do que somos, de várias maneiras, arriscando nossas vidas de todas as maneiras, e isso faz de mim muito frágil, muitíssimo! Pois para mim não adianta de nada cair de cabeça num copo d'água achando que é o oceano. Eu gosto de me sentir envolvida, mas detesto me sentir enganada com algo que apostei todas as fichas, quebrei a banca, contei as cartas. Me sinto idiota, não tem palavra melhor para expressar isso, nem para expor o que sou neste minuto, em que escrevo pensamento envoltos de mágoas e agonias, IDIOTA.
É horrível me sentir sozinha. Sozinha num mundo imenso e que ninguém mais quer que eu seja parte dele, ou que pelo menos a minha presença ou não simplesmente não faria diferença.
ARG .... :@ Detesto o amor. Me sinto como Isabella Swan, o amor é a única coisa que nós faz mal e bem ao mesmo tempo. Amar é uma droga, uma heroína das piores.
Amar família, amigos e namorado... será que compensa? - Não sei, se soubesse não escreveria tudo isso, apenas viveria com meus pensamentos sem dificuldade e sem me sentir deprimida pelas pessoas que me amem ou não me fizerem felizes ou não, mas infelizmente é exatamente o contrario.
Palavras mortas por Juliana Preuss
domingo, 14 de março de 2010
Familia.
Viver com ela e sem ela? Acho que viver sozinho é a melhor opção.
Eu gostaria muito de viver sozinha, ter minhas coisas. Até mesmo ia gostar de limpar e organizar a minha sujeira, mas seria melhor do que viver entre cobras.
Cobras? Sim, cobras. Familiares são uma praga antiga do Egito, dão a cada geração. =\
Pois é... parece que a geração antecessora a mim toda é uma praga.
Mães, para que elas existem? Para fazer o bem e proteger sua cria? Não, elas fazem isso no zoológico, não no mundo real. A minha mãe é um bom exemplo de péssima mãe. Ela tenta resolver meus temores com mais temores. Eu detesto isso. Detesto extremamente acordar e escutar ela falando mal de mim como se eu não ouvisse, como se eu não existisse e depois vir reclamar do meu pai comigo por horas e depois agir na frente dele como se nada houvesse acontecido. Anyway... não tem jeito. =\
Me sinto extremamente deprimida por viver num local assim. Me sinto sufocada.
E o pior de tudo é que sempre quando ela fala parece que eu que sou a errada, eu é que estou sendo a filha má e desagradável. Mas ninguém vive com ela para saber o que é ter uma mãe assim. Vivi 21 anos em um lugar onde amor maternal, FRATERNAL, nunca existiu. Todos só pensam em si mesmos e no que podem retirar das pessoas. As vezes, acho até que ela pensa em um futuro melhor para mim para tirar alguma conseqüência disso. Deus me livre, se for isso. Eu detesto passar por isso.
Tem vezes que a minha vontade é de sair de casa, meter o pé no mundo e foda-se ela e todo o resto.
Sacooooooooooo!
Detesto a minha familia.
Palavras mortas por Juliana Preuss
sábado, 6 de março de 2010
Depois da descarga vem o desentupimento.
Após as crises contundetes da semana acabei me recuperando na última sexta-feira. Me senti muito bem e até fui na rua comprar um cházinho (muita evolução andar duas quadras). Ao me sentir revigorada após a ida extraordinária a esquina, me libertei dos temores e decidi que iria a Madureira (40 minutos de Padre Miguel, onde fica minha casa) gastar o meu cartão de créditos da Game Point todo. Santos vinte reais de bônus. Adorei! Simplesmente fui até lá com meu mp3 no máximo escutando Paramore e lendo meu livro de New Moon - Sthephenie Meyer; Tudo se encaixando perfeitamente bem. Chegando lá esperei ainda uns 15 minutos pelo meu namorado atrasildo e fomos jogar Guitar Hero até os dedos ficarem duros. Depois de gastar todos os meus créditos fomos ao Mc Donald's e adivinha o que tinha lá para a minha felicidade? A promoção do McOferta, na compra de qualquer McOferta McChicken mais um Guaraná Kuat eu poderia ganhar totalmente de graça o DVD de Crepúsculo. Fiquei begê e não pensei duas vezes, uni o util ao agradavel (McChicken ao DVD) e fui nessa. Meu namorado ainda ficou um pouco de mim por eu ter pego o DVD, mas o que eu poço fazer? Vou esquecer as coisas que gosto só para agradá-lo. Maaaaaaaaas nem pensar.
Palavras nem tão mortas assim por Juliana Preuss
quinta-feira, 4 de março de 2010
Pânico?
Definir o que é sindrome do pânico?
Simplesmente é um bando de sensações desorganizadas e sem limites que te abalam de uma forma sobrehumana e indescritível. Dependo do quadro ela pode abranger tremedeiras, crises de choro e angustia, como se seu coração estivesse fechando.. é meio como uma claustrofobia sem paredes, você se fecha dentro de si mesmo. Eu sinto isso a cinco dias e é muito ruim. Chega a um certo ponto que paro do nada e o choro vem, sem motivo e sem porque. Eu tento me controlar mas o controle foge de mim como um gato de um cão. Eu fico com um nível de stress muito grande, minhas mãos s
suam frio, um frio arrebatador atinge minhas extremidades, sono desorientado e desidratação (choro).
Eu hoje fui ao médico, uma médica para dizer a verdade. Dr. Ana Paulo, residente da clínica médica da aeronáutica. Ela me passou um anciolítico fraco(para o que estou sentindo), até agora nem sono me deu. Estava tudo bem até eu chegar em casa. Pensei que poderia ir a faculdade sem problema algum. Já havia combinado de meu namorado vir passar a tarde comigo e depois me levar a aula. Reparei que durante o dia todo eu xinguei demais ele e me senti muito estranha com ele, meio insegura e muito ignorante com ele. Acho que ele também reparou, pois estava me tratando com distancia.
No fim da tarde tomei meu café com meu namorado para ir a aula, vi alguns clipes na TV e depois saímos para a faculdade. Ao descer minha rua lá veio ela novamente, um medo enorme de ficar sozinha, um medo enorme de não ter para onde ir e não saber o que fazer. Medo, muito medo. Meu namorado, no ato, ficou aflito. Eu não consegui parar e me recuperar para ir a faculdade, então voltei para casa. Ao voltar para casa fiquei um pouco mais calma após chorar por tudo o que deveria chorar.
Passou algum tempo e pensei em entrar na internet para ver se achava uma amiga da minha mãe que poderia pegar a minha vaga no emprego. Falei com ela, passei todos os dados do trabalho, daí fui ligar para o meu chefe e ai veio o baque. Um baque profundo e que eu não esperava já que tinha sido tão cheia de ética com ele, eu pelo menos esperava que ele retribui-se na mesma moeda, ele havia conversado já com a Carol, filha da outra secretária, para ficar no meu lugar. Entrei meio que em choque, mas não chorei (nem sei porque não entrei em pranto), dai liguei para o consultório para saber com a outra secretaria se era para eu ir amanhã ou não. Ela disse que não precisava, já que o doutor já havia me avisado para eu ir na segunda-feira de qualquer maneira. Ou seja, meu aviso prévio não é mais um aviso e eu me dei mal. Vou acabar sem o outro salário e vou ficar extremamente mais deprimida do que antes.
Me senti extremamente sem saída. Espero que tudo de certo de agora em diante. Vou tentar o máximo possível me recuperar. Dia dezoito já estou com o psiquiatra marcado. Desde já vou ver se consigo meter as caras nas apostilas do Tamandaré para passar em um concurso público. Espero que eu consiga e o mais rápido possível.
Palavras mortas por Juliana Preuss
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