Por quanto tempo as coisas são realmente boas para gente?
Por quanto tempo o mundo gira de uma maneira única em torno de alguém que achamos que amamos?
Não sei. O amor é imperfeito. Acho que é o sentimento mais despresível e inverso que existe, é uma combinação letal de felicidade e bomba a qualquer hora, pavor e desespero sem limite.
Será que amar é uma solução boa ou caótica?
O amor é uma forma de expressão completamente estranha que nos alimenta, mas ao mesmo tempo nos devora, nos deixa incoscientes e imprecisos.
Eu gosto de precisão na minha vida. Detesto perder o controle de qualquer coisa, inclusível deste indiscreto sentimento, o amor.
Eu posso dizer que amo de várias maneiras, mas que, neste momento, detesto todas elas. O amor é uma passagem para uma dor crucial e desvanescida de imagens insensatas e exclusas do que quero neste momento e então o amor me faz sofrer. Me deixa em estado de espirito down.
Eu simplesmente gostaria de esquecer que esse sentimentozinho é importante para mim e que tudo o que vem com ele também.
Hoje me sinto completamente inamada. Como se ninguém me quisesse, como se eu não existisse. Me sinto traída e muito, muito triste, na verdade incrivelmente triste, pois a pessoa que achava que mais me amaria, já vejo que não me ama tanto assim.
Eu acho que para amar temos que nos entregar por completo e por uma extensão indeterminada do que somos, de várias maneiras, arriscando nossas vidas de todas as maneiras, e isso faz de mim muito frágil, muitíssimo! Pois para mim não adianta de nada cair de cabeça num copo d'água achando que é o oceano. Eu gosto de me sentir envolvida, mas detesto me sentir enganada com algo que apostei todas as fichas, quebrei a banca, contei as cartas. Me sinto idiota, não tem palavra melhor para expressar isso, nem para expor o que sou neste minuto, em que escrevo pensamento envoltos de mágoas e agonias, IDIOTA.
É horrível me sentir sozinha. Sozinha num mundo imenso e que ninguém mais quer que eu seja parte dele, ou que pelo menos a minha presença ou não simplesmente não faria diferença.
ARG .... :@ Detesto o amor. Me sinto como Isabella Swan, o amor é a única coisa que nós faz mal e bem ao mesmo tempo. Amar é uma droga, uma heroína das piores.
Amar família, amigos e namorado... será que compensa? - Não sei, se soubesse não escreveria tudo isso, apenas viveria com meus pensamentos sem dificuldade e sem me sentir deprimida pelas pessoas que me amem ou não me fizerem felizes ou não, mas infelizmente é exatamente o contrario.
Palavras mortas por Juliana Preuss
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